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15 de abr de 2011

Direto do túnel do tempo: bens de Jorgina de Freitas não conseguem compradores em leilão

O Tribunal de Justiça do Rio noticiou conforme seu site www.tjrj.jus.br que não conseguiu vender seis imóveis, de 60, comprados por Jorgina Maria de Freitas Fernandes com o dinheiro das fraudes contra o INSS.

No leilão realizado ontem no Fórum Central não apareceu comprador para os bens, avaliados em R$ 1, 96 milhão.

Jorgina de Freitas foi condenada a 14 anos de prisão em julho de 1992. A pena também incluiu a perda do produto do crime e 360 dias-multa, correspondente a cinco salários mínimos.
Além dela, foram condenados o ex-juiz Nestor José do Nascimento, o ex-procurador do INSS Marcílio Gomes da Silva, os advogados Astor Cardoso Pontes de Miranda, Ilson Escóssia da Veiga, Cláudia Caetano Bouças e Wilson Ferreira. A ação da quadrilha resultou em prejuízos ao INSS de mais de R$ 500 milhões.
De acordo com o processo, a fraudadora adquiriu imóveis no Paraná; Minas Gerais, Búzios, Rio das Ostras, Cabo Frio, Nova Iguaçu, Petrópolis e Volta Redonda. Na capital do RJ, há apartamentos no Leblon, terrenos na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá, Andaraí e Centro.

Jorgina de Freitas ficou foragida até 1997, quando foi encontrada na Costa Rica e extraditada no ano seguinte para o Brasil. Ela foi presa em fevereiro de 1998. Em junho de 2010, ela terminou de crumprir a pena.

Entre os imóveis que serão leiloados, somente cinco deles estão avaliados em mais de R$ 4 milhões.

Só um casarão em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, esta avaliado em R$ 800 mil. Tombada pelo Patrimônio Histórico da Cidade, a casa, com o terreno, soma uma área de 13 mil metros quadrados. Segundo a leiloeira, o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac) autoriza apenas a reforma interna.

Apartamentos em Ipanema estão avaliados em R$ 2 milhões e R$ 1 milhão respectivamente; tem também um terreno na praia da Ferradura, em Búzios (RJ), no valor de R$ 1,8 milhão.
A fraudadora entrou com recurso contra a realização do leilão, mas o pedido foi indeferido pelo presidente do TJ do Rio.
 
Segundo o www.conjur.com.br, Terezinha de Jesus, da mesma quadrilha de Jorgina de Freitas, figurava entre os advogados com maior número de processos relacionados a acidente de trabalho na 5ª vara cível de Nova Iguaçu. O número de fraudes destes processos é quase tão grande quanto o de Jorgina de Freitas, chefe da quadrilha.

A advogada foi condenada, na Ação Penal 05/91, a 13 anos de prisão, tendo recebido indulto em 2009 concedido pelo TJ-RJ, por estar com 63 anos de idade e tendo cumprido um terço da pena, de acordo com Decreto Presidencial 5.993/2006.

CPI da CBF: Ricardo Teixeira envia presente a deputados que retiraram assinatura

A camisa amarela da seleção brasileira é um presente que faz muito sucesso. Presidentes sempre dão de presente a governantes estrangeiros. Mas agora, com Ricardo Teixeira, a camisa da seleção se transformou – para usar a expressão da nota da coluna Panorama Político – em um “mimo” para agradecer “a hospitalidade”, leia-se retirada de assinatura da CPI da CBF.


Só quero deixar uma coisa bem clara. Quando o jornal O Globo diz que a CPI não decolou, isso é um desejo dele, mas não corresponde à realidade. Se de fato vários deputados retiraram suas assinaturas, em compensação outros deputados estão assinando. Só não divulgo seus nomes a pedido dos próprios, que não querem sofrer pressões. Continuo recolhendo assinaturas e a CPI da CBF não acabou.

Fiz questão de dizer isso esta manhã, na tribuna da Câmara dos Deputados, onde também lamentei esse “mimo” de Ricardo Teixeira, que infelizmente alguns colegas aceitaram de bom grado.

Do blog do deputado Garotinho

Frase do dia é de P.H.A




"Derrotar a Dilma em 2014 com  finger de aeroporto é um desafio para quem quer que o pobre "exploda".

Palmeiras vai para o SERASA por dívida de R$5 MI

Em meio aos muitos problemas financeiros, o Palmeiras agora está no Serasa, instituição que cadastra pessoas físicas e jurídicas inadimplentes. O banco BMG acionou o clube por uma dívida de R$ 5 milhões que teve origem ainda na gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente entre 2009 e janeiro deste ano.

A diretoria foi notificada no início desta semana e o presidente Arnaldo Tirone negocia com o BMG para quitar a dívida. Dirigentes do departamento financeiro do clube informam que o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) avisou Belluzzo que o empréstimo era desnecessário naquele momento, mas o dirigente não ouviu.
Além dos R$ 5 milhões cobrados pelo banco no Serasa, o time alviverde ainda deve R$ 26 milhões para a instituição financeira, também por conta de um empréstimo.

Desde o início da semana, o presidente Arnaldo Tirone negocia com Ricardo Guimarães, presidente do banco, para que um acordo seja feito. "É uma dívida referente à gestão passada. Mas ainda temos dez dias para que o nosso nome apareça lá. Isso está sendo conversado, vamos aguardar para saber quais serão os entendimentos entre os dois", disse o vice-presidente financeiro do Palmeiras, Walter Munhoz - oferecer um espaço no uniforme como patrocínio, como o próprio BMG já chegou a cogitar, é uma possibilidade.

A preocupação da diretoria é que a inclusão do nome do clube no Serasa gera dificuldades para se conseguir empréstimos e financiamentos, alternativas que são fundamentais para o Palmeiras, cheio de dívidas, continuar com alguma força no mercado.

Com informações da Gazeta Esportiva e da Lancepress!








Civil pega quem vendeu revólver 38 ao monstro de realengo

Segurança ainda tentou se justificar na delegacia: ‘Eu não sabia que ele iria fazer isso’

Uma semana depois do Massacre de Realengo, a Divisão de Homicídios (DH) colocou um ponto final na investigação e concluiu que Wellington Menezes de Oliveira agiu sozinho, desde a compra das armas até a execução do crime, que deixou 12 estudantes mortos, na manhã do último dia 7. Ontem à tarde, os policiais apresentaram o homem acusado de vender o revólver calibre 38 para o assassino. Foi com esta arma que ele fez 60 dos 66 disparos dentro da Escola Municipal Tasso da Silveira.

Manoel Freitas Louvise, de 57 anos, é segurança e chegou a trabalhar com Wellington numa fábrica na Freguesia. Avô de um adolescente de 12 anos, mesma idade de algumas das vítimas, ele tentou se justificar: "Eu não sabia que iria fazer isso. Ele dizia que era para a segurança pessoal".

Na semana passada, a DH já havia prendido os dois homens acusados de intermediar a venda do revólver 32 com o qual Wellington disparou seis tiros na Escola Municipal Tasso da Silveira. A descoberta do dono do 38 se deu depois que a Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) encaminhou o revólver, que estava com a numeração raspada, ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).

Através de exames, foi possível identificar a origem do revólver, comprado em 1978, em nome de Manoel.

Segundo o delegado Felipe Ettore, a investigação sobre o massacre está encerrada e o relatório final não fará qualquer ligação de Wellington com terroristas.
 
Meia Hora










13 de abr de 2011

Quanto custa um parlamentar no Brasil e em outros países

01 parlamentar por 344 professores.

São os parlamentares mais caros do mundo.

Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao país, por baixo, 688 professores com curso superior.


Congresso brasileiro é o que mais pesa no bolso da população na comparação

A Transparência Brasil comparou o orçamento do Congresso brasileiro com Alemanha, Argentina, Canadá, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, México e Portugal.

A média do custo por parlamentar dos Legislativos europeus mais o Canadá é de cerca de R$ 2,4 milhões/ano. No Brasil são R$ 10 milhões.

Os dados são de 2007.

O custo direto de cada parlamentar da Câmara dos Comuns britânica (incluindo salário, auxílios e  assessores) é de 168 mil libras por ano.

Isso corresponde a pouco mais de R$ 550 mil por ano.

Ou seja, cada deputado federal brasileiro consome mais do que o dobro de um britânico – que vive em um País com renda per capita e custo de vida bem superiores aos do Brasil.
O mandato um vereador do Rio de Janeiro ou de São Paulo sai por mais de R$ 5 milhões/ano.

Em 16 Câmaras Municipais de capitais o custo por cada mandato fica entre R$ 1 milhão e R$ 2,2 milhões – faixa de Grã-Bretanha, México, Chile e Argentina.
 
Senado deve acabar? 
 
A matéria abaixo mostra um caminho. O Senado é exemplo de improdutividade, porque justamente a sociedade nao exige produtividade alguma do Senado.


A sociedade exige principalmente experiência... e nem conhece os suplentes?

Uma boa parte dos senadores é formada por "ex-isso" e ex-aquilo", ou por chapas brancas de famílias estaduais.

Não existe razão para dar salário a quem pouco produz e essa é uma visão que a empresa BRA"Z"IL deveria ter. Alguém vai ter coragem?!



A elevada média brasileira resulta principalmente da contribuição do Senado. O mandato de cada um dos 81 senadores custa R$ 33,1 milhões/ano.

Já em 2010, o professor de Relações do Trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP José Pastore, talvez o maior no assunto no Brasil, realizou um levantamento sobre vencimentos de parlamentares em vários países.

Deixou de fora dos salários dos deputados e senadores brasileiros a montanha de vantagens adicionais como auxílio-moradia, assessores, escritório em suas bases eleitorais, passagens de avião, verba para correspondência, etc.

Dos 567 parlamentares empossados, 220 (39%) declararam à Justiça eleitoral possuir mais de R$ 1 milhão em patrimônio.

Dez mais ricos têm metade do patrimônio no Congresso


Recebem 15 salários por ano - sabe-se lá porque, e passaram a receber, desde fevereiro, o que equivale a R$ 33.375 por mês, ou 19.600 dólares.


Professor Pastore compara em dólares

Brasil — 19.600 dólares
Japão — 15.200
Estados Unidos — 14.500
Quênia — 14.500
Canadá — 12.177
Alemanha — 10.137
Reino Unido — 8.858
Itália — 7.235
Cingapura — 4.170
Espanha — 4.121
Índia — 1.107

Com informações da organização Transparência Brasil, independente e autônoma, www.transparencia.org.br, http://www.terceiromilenionline.com.br, colunista Ricardo Setti e http://congressoemfoco.uol.com.br/


Isso é uma indecência

O suplente

A rotina de Garibaldi Alves pai, que aos 87 anos assumiu uma vaga no Senado.
 Um segurança é a sombra do senador durante as cerca de duas horas que ele passa no plenário.



Por Cynara Menezes. Foto: Sérgio Almeida

O que você faria se, aos 87 anos e sem ter recebido nem um mísero voto, se tornasse de uma hora para outra senador da República, com salário de 26,7 mil reais e quase 100 mil reais de verba de gabinete, carro oficial e outras benesses? Pelo visto, quase nada.

O senador Garibaldi Alves, que tomou posse como suplente em janeiro, até agora não fez muito além de assinar a presença e ficar sentado quietinho no plenário da Casa durante as sessões.

De tão sossegado em seu canto, pouca gente se deu conta de que Garibaldi assumiu em janeiro não como suplente do filho, também Garibaldi, que tomou posse no Ministério da Previdência Social, aquele “abacaxi”, segundo o próprio. Por um desses arranjos que conferem à política brasileira sua graça natural, o ancião é na verdade suplente da demista Rosalba Ciarlini, aliada do clã, eleita em 2010 para o governo do Rio Grande do Norte.

Todas as tardes, por volta das 15h30, Garibaldi pai percorre de cadeira de rodas os 140 metros do chamado túnel do tempo, corredor que liga os gabinetes ao plenário, acompanhado de dois assessores. Ergue-se, é amparado até seu assento e lá permanece por cerca de duas horas.

De vez em quando, um colega passa e lhe faz um aceno, ao qual responde cordial. Um ou outro se aproxima, troca algumas palavras, lhe dá um tapinha nas costas e sai. O laptop com conexão wi-fi em frente ao senador permanece intocado neste meio tempo. Não se sabe se estará curioso em descobrir os aplicativos do iPhone 4, com que acabam de ser regalados os senadores.

Desde que assumiu, Garibaldi Alves leu dois discursos. O primeiro o levou às lágrimas ao prometer, no final: “Tudo farei para cumprir meus deveres como senador da República em defesa do Brasil, do Nordeste e do Rio Grande do Norte”.

Honrou o plenário novamente com sua prosa ao homenagear José Alencar com a história de um encontro entre os dois nos anos 1970, quando Garibaldi dirigia a Indústria Têxtil Seridó e negociou com o ex-vice de Lula a instalação de uma das empresas do Grupo Coteminas no estado. Ainda não apresentou nenhuma proposição de sua autoria, mas o tempo corre a seu favor. Ou não?

Antes de se tornar senador, Garibaldi Alves foi deputado estadual por três vezes, cassado em 1969 pela ditadura, que o deixou inelegível por dez anos. Entre 1987 e 1990, ocuparia o cargo de vice-governador do Rio Grande do Norte. Agora, provavelmente o novato mais idoso do Senado brasileiro, quiçá mundial, sua posse foi celebrada na imprensa potiguar como um retorno à vida pública após 21 anos.

O senador não quis antecipar a CartaCapital os projetos que tem em mente e recusou-se a dar entrevista. Ao Diário de Natal, que o encontrou, em outubro passado, “disposto e empolgado com o futuro político”, declarou que pretende cumprir os quatros anos de mandato na íntegra e defender os interesses do agricultor e do pecuarista do seu estado. Garibaldi mencionou também a intenção de se estabelecer em Brasília, por ter medo de avião, trauma adquirido durante a viagem de estreia pelos céus.

“Eu tive no meu primeiro voo uma experiência muito desagradável. Na hora da saída, teve aquele impacto inicial e uma freira que ia ao meu lado gritava terrivelmente. Aquilo me machucou bastante”, contou o senador. “Tanto que sempre que entro no avião rezo, procuro esquecer esse episódio, mas não há jeito. Sempre que viajo, fico um pouquinho nervoso.”

É certo que o Senado hoje não é mais o museu de relíquias dos tempos do Império, quando Machado de Assis evocava a figura do Marquês de Itanhaém como “uma razão visível contra a vitaliciedade” dos mandatos. Itanhaém, escreveu Machado, “mal se podia apear do carro e subir as escadas; arrastava os pés até a cadeira”. Atualmente, a média de idade do Senado caiu três anos, de 61 para 58 anos. O mais velho é justamente Garibaldi Alves, que fará 88 daqui a um mês. Há outros cinco senadores octogenários, mas vários estão na casa dos 40.

E, verdade seja dita, o remoçado Senado começa a abrir mão de ao menos uma das velhas práticas da política, justamente a que torna possível um suplente sem votos, da idade que for, tomar posse no cargo por até oito longos anos. Na última legislatura, chegou-se a ter 20 suplentes em exercício do cargo, num total de 81 senadores. Ou seja, um quarto da Casa não tinha recebido voto algum para estar ali. Não existe critério para a escolha de um suplente: pode ser o pai, a mãe, o irmão, um tio distante, a avó.

O senador Edison Lobão Filho, por exemplo, poderá usufruir durante seis anos do cargo para o qual não recebeu votos: assumiu em 2006 no lugar do pai, que foi para o Ministério de Minas e Energia. Lobão deixou o cargo para se reeleger, foi de novo alçado ao ministério por Dilma Rousseff, e o “lobinho” voltou ao Senado. No caso de Garibaldi, se a saúde lhe abençoar e Rosalba continuar governando tranquilamente em Natal, só sairá do Senado aos 92, embora, é claro, ninguém esteja dando por sentado que sua carreira termine aí. Mas, se for aprovada em plenário a reforma eleitoral, pode ser que seja um dos últimos a serem tocados pela fortuna dos arranjos eleitorais.

Em meados de março, a Comissão de Reforma Política aceitou a proposta de reduzir de dois para um o número de suplentes. O caráter da substituição também deixaria de ser definitivo e passaria a provisório: duraria, no máximo, dois anos, até a eleição seguinte, municipal ou presidencial. “O ideal seria que os suplentes também fossem votados, mas argumentou-se que seria um complicador para o eleitor na hora do voto”, explicou o senador Wellington Dias. “É um paliativo. Não tem voto, mas fica por pouco tempo.”

Caso o plenário confirme a votação na comissão e a proposta não seja modificada na Câmara dos Deputados, não será permitida ainda a acomodação estratégica de cônjuges e parentes até o segundo grau na suplência, o que é positivo em tese, mas na prática significa pouco. Sempre se pode encontrar um amigo candidato disposto a fazer um agrado à família. Garibaldi sênior que o diga.

Mulher passa veneno na vagina para matar marido durante sexo oral

Uma ocorrência incomum foi registrada no 4º Distrito Policial de Rio Preto, na última semana. Trata-se de “averiguação de tentativa de homicídio”. O inusitado da história é o teor da denúncia: um homem procurou a polícia e contou que após uma briga a mulher passou uma substância tóxica (veneno) da vagina e o convidou para sexo oral.
 
Esperto, o maridão deu uma cheiradinha no produto antes de saborear o veneno e desconfiou da intenção perversa da mulher. A ocorrência foi registrada pelo delegado Walter Colacino Júnior, que diante da versão inusitada, determinou a apuração dos detalhes do caso antes de adotar qualquer providência.

http://opiniocia.blogspot.com
Fonte: Site do Jornal Região Noroeste

12 de abr de 2011

Rancorosa, Globo vai esconder noticiário sobre Olimpíadas de 2012

Ricardo Feltrin
Colunista do UOL

Como não pode exibir as Olimpíadas 2012, cujos direitos exclusivos são da Record, a Globo vai dar cobertura mínima para o evento. Eventuais medalhas só serão informadas nos telejornais.

Já está decidido que, em hipótese alguma, o canal interromperá qualquer programa para anunciar este ou aquele vencedor.

A cobertura da preparação dos atletas, no entanto, não deve desaparecer até que a competição comece.
 
Na TV paga, onde poderá exibir o evento, a Globo vai usar os dois canais SporTV atuais, e abrir mais seis. Parece um grande investimento, mas na verdade é uma operação desesperada e dispendiosa, para tentar chamar a atenção dos cerca de 10 milhões de assinantes da TV fechada.

Dispendiosa porque, só para abrir os seis novos canais e transmiti-los por 15 dias, a Globo vai gastar cerca de R$ 1,3 milhão. E, para oito canais fechados, não há cota publicitária que chegue.


 
Record vai dar 3 minutos/dia de Olimpíadas; ou mais

Devido ao contrato vencido pela Record, Globo e demais TV‘s só têm direito a cerca de 3 minutos de imagens olímpicas todos os dias. Esses minutos são escolhidos, editados e enviados diariamente pela equipe da Record.

Só que a Record pode fornecer mais minutos a quem quiser.

994 crianças assassinadas e 17 mil órfãs da guerra às drogas mexicana

1. No ambíguo código de ética dos cartéis mexicanos era proibido matar crianças. Eram colocadas “off limits”. Na secular Máfia siciliana, a regra também era essa. Restou quebrada quando essa organização delinquencial começou a sequestrar e assassinar com crueldade os filhos menores de ex-mafiosos que se tornaram colaboradores da Justiça: “pentiti” (arrependidos). As crianças, então, viraram vítimas da “vendetta” (vingança) mafiosa.





Os cartéis mexicanos, além de policiais, juízes, promotores de Justiça e membros de organizações rivais, deliberam alargar o campo das da violência para golpear crianças das famílias dos considerados “inimigos”.
Museu do tráfico no México: banho de ouro e de sangue
Como a Máfia siciliana, os cartéis mexicanos produzem “cadáveres excelentes”: termo usado pelo escritor siciliano Leonardo Sciascia para ressaltar episódios geradores de repercussões nas mídias. Lógico, pela “excelência” das vítimas.

A guerra às drogas mexicanas teve início no primeiro dia do mandato do presidente Felipe Calderón: 1/12/2006. E ele, que colocou o Exército na guerra, teve o apoio financeiro do ex-presidente George W. Bush.

Entre 2006 e 2010, e em face da “guerra às drogas”, os cartéis mexicanos mataram intencionalmente 994 crianças. O levantamento é da Associação Mexicana de Proteção às Crianças.

Em 2009 foram mortas 1.180 crianças por balas perdidas da War on Drugs.

Para especialistas, a meta dos cartéis, ao assassinar crianças das famílias dos que são considerados inimigos, é aterrorizar a população, num país onde os valores da vida em família são cultuados fortemente.


Leão Branco encontrado em mansão de traficante



As crianças são atingidas na cabeça por projéteis de armas de grosso calibre. Até agora, a War on Drugs mexicana do presidente Calderón produziu, de 1º de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2010, mais de 34 mil mortos. Cerca de 70% das vítimas fatais não tinham ligações com atividades criminais.

PANO RÁPIDO. Outro dado da tragédia mexicana. Nos últimos três anos, em decorrência da guerra às drogas, 17 mil crianças ficaram órfãs. O governo Calderón criou um fundo para esses órfãos da violência.

Montanha de dinheiro apreendida em ação policial

Wálter Fanganiello Maierovitch

Fotos revista galileu

11 de abr de 2011

Parlamentares na Suécia trabalham sem nenhuma mordomia

O primeiro-ministro sueco lava roupa e limpa a casa onde mora, pois o governo não paga empregados. Ele encara a limpeza doméstica como terapêutica.

video

Parlamentares são, como aqui e em qualquer lugar - sustentados pela população. Só que os suecos, ricos e instruídos, não admitem dar vida de luxo aos seus eleitos.

Algumas das principais características da vida modesta que levam os parlamentares suecos:

- Apartamentos funcionais com mobília barata e com 40m2 ou 18m2;

- Uso da lavanderia comunitária com prévio agendamento;

- Cozinha com uso e limpeza comunitária;

- Gabinetes com 18 m2;

- Sem carros com motoristas;

- Sem assessores;

- Sem secretária;

Isso para ficar no que a matéria se dispõe a abordar. Acaso fôssemos listar tudo que nossos representantes ganham aqui, e lá não, teríamos uma lista interminável de "sem isso" e "sem aquilo" para a Suécia.

Seria cômico, não fosse trágico.
Dica de Juciana Milke