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23 de out de 2010

Voto em Serra pq #4

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José Serra e o trololó

Por Gilson Reis

O processo eleitoral está chegando ao seu momento decisivo e, quanto mais se aproxima dessa fase, mais tensionamentos e mentiras são utilizados pelo desesperado candidato demotucano.

Para repercutir de forma ampla o esquema preparado, ele utiliza as estruturas de poder paralelo e seus vários tentáculos presos à velha estrutura do submundo da política nacional. Como disse Maquiavel em seu livro “O Príncipe”: “os fins justificam os meios”. É com esse conceito do vale-tudo que finalizamos o primeiro turno e estamos percorrendo todo o segundo turno eleitoral.

O candidato demotucano é atualmente o principal quadro político da direita liberal-conservadora do país. O esquema eleitoral foi preparado com todo o cuidado para permitir o reagrupamento das várias facções dessa ideologia política e assumir novamente o comando do governo central do Brasil. A tática perseguida pelos idealizadores do processo eleitoral consiste em fazer algumas propostas populistas, abaixar o nível da campanha, utilizando temas religiosos e morais, e finalmente mentir, mentir com toda a cara de pau possível e impossível.

Vejamos, portanto, as várias mentiras destiladas pela campanha e pelo candidato demotucano José Serra, o trololó.

José Serra, o trololó, disse que criou o seguro-desemprego!
Mentira.
O seguro-desemprego foi criado em 1986 pelo então presidente José Sarney. O programa foi instituído junto ao Plano Cruzado, decreto-lei número 2.284, de 1º de março de 1986.

José Serra, o trololó, afirma que é o pai dos remédios genéricos no Brasil!
Mentira.
A fabricação de remédios genéricos no Brasil começou em 1993, através do decreto-lei 793, pela iniciativa do então ministro da Saúde do governo Itamar Franco, Jamil Hadad.

José Serra, o trololó, disse que criou a bolsa-alimentação, que no governo Lula transformou-se em bolsa-família!
Mentira.
A bolsa-alimentação era um programa restrito a uma pequena parcela da sociedade. Conforme o candidato demotucano, o bolsa-família é um programa de bolsa-esmola. Em seus quatro anos à frente do governo de São Paulo, destinou apenas 0,15% do orçamento para programas de transferência de renda, 500% menos que o governo Lula/Dilma.

José Serra, o trololó, tem afirmado nos debates e programas eleitorais que é contra a privatização e que vai fortalecer as estatais brasileiras!
Mentira.
Conforme FHC, o ministro do Planejamento do seu governo, José Serra, foi o responsável direto pelo processo de privatização no país. Em quatro anos de governo no estado de São Paulo, o candidato demotucano privatizou 33 empresas estatais paulistas, incluindo nessa liquidação irresponsável o banco estadual Minha Caixa.

 


José Serra, o trololó, fala em seu programa eleitoral que foi o melhor ministro da Saúde da história do Brasil e que vai melhorar ainda mais a saúde no país.
Mentira.
Foi no governo FHC/Serra que o país viveu a maior crise da saúde de todos os tempos. A política de destruição do SUS (Sistema Único de Saúde), com a transferência de volumosos recursos para a iniciativa privada, levou o país a desenvolver epidemias já controladas pelo Brasil em governos anteriores, com destaque para dengue, febre amarela e leishmaniose. Em quatro anos do seu governo em São Paulo, Serra privatizou a saúde no estado, transferindo a gestão de 79 hospitais públicos estaduais para a iniciativa privada, por meios de Ocips.

José Serra, o trololó, vem afirmando em seus programas eleitorais que será o presidente da educação, do infantil ao superior, passando pelo ensino profissionalizante.
Mentira
José Serra/FHC/Paulo Renato destruíram, em oito anos de governo, a educação pública superior brasileira, sucateando completamente as universidades federais. Transformaram o ensino superior em serviços, conforme orientava o Banco Mundial, em mera mercadoria. FHC investiu em oito anos de governo menos de 3% do PIB na educação nacional, destruiu o ensino técnico profissionalizante e submeteu os professores ao maior arrocho salarial da história do país.

O atual secretário da Educação do Estado de São Paulo e ex-ministro da Educação do governo FHC, Paulo Renato, é sócio da empresa PRS consultoria. A empresa é especializada na indústria do conhecimento e sua função é prestar assessoria às instituições privadas, realizando pesquisa de mercado e traçando estratégias para a entrada de instituições estrangeiras no país, através de fusões, aquisições e expansão. A empresa é orientatada segundo os princípios do Banco Mundial: privatizar a educação pública.

José Serra, o trololó, está dizendo em seu programa eleitoral que vai reajustar o salário dos aposentados em 10% e vai melhorar a vida de todos.
Mentira
FHC e Serra foram responsáveis pela maior destruição e desestruturação da previdência pública brasileira. Foram eles os responsáveis pela reforma do sistema que limitou a aposentadoria em dez salários mínimos e achatou de forma desumana os vencimentos dos aposentados; eles instituíram o fator previdenciário e construíram junto aos banqueiros o modelo de previdência privada, entre dezenas de outras mudanças que prejudicaram sistematicamente os trabalhadores aposentados. Não satisfeito com todas as atrocidades, FHC chamou os aposentados de vagabundos. Serra pode até reajustar o vencimento dos aposentados em 10%, mas ele não disse que depois disto vai arrochar os vencimentos e realizar uma nova reforma da previdência para aumentar a idade mínima para aposentar.

Verdes, vermelhos, amarelos e todas as cores e colorações do país. Conforme sabedoria popular, a mentira tem perna curta. Todavia, a decisão que os eleitores brasileiros tomarão no próximo dia 31 de outubro é espremida por um tempo escasso e confuso de mentiras e distorções. Investigue os temas acima relacionados, compare os oito anos de governo FHC/Serra e os oito anos de Governo Lula/Dilma. Não podemos deixar que o país recue ao passado de tantas mazelas e descaso. O Brasil avança. E nós, brasileiros, precisamos avançar ainda muito mais.

22 de out de 2010

UNE e UBES lançam campanha anti-Serra

Da série: notícias que não vão sair na globo

Caminhão com alimentos e propaganda de Serra é apreendido na ERS-135

Veículo foi interceptado pela Brigada Militar após denúncia ao Ministério Público Eleitoral


Patrulheiros do Comando Rodoviário da Brigada Militar apreenderam, no final da tarde desta quinta-feira, um caminhão carregado com sacolas de alimentos e propagandas do candidato à presidência da República pelo PSDB, José Serra. O veículo, que foi utilizado na campanha de um candidato a deputado estadual pelo PSDB, foi interceptado junto ao Posto do Pedágio na ERS-135, entre Passo Fundo e Coxilha, devido a uma denúncia recebida pelo Ministério Público Eleitoral.

O promotor eleitoral Paulo Cirne recebeu a denúncia de que um caminhão estaria percorrendo a periferia de Coxilha, distribuindo alimentos. Segundo as informações repassadas ao promotor, junto com a sacola de alimentos, os beneficiados recebiam uma bandeira da campanha de José Serra. Paulo Cirne passou o alerta para o posto do Comando Rodoviário da BM com os patrulheiros interceptando o caminhão carregado ainda com várias sacolas de alimentos.



O motorista e um ajudante foram presos em flagrante por crime eleitoral e conduzidos para a Delegacia de Policia Federal em Passo Fundo. Até às 20h40min, eles continuavam sendo ouvidos na Polícia Federal.

21 de out de 2010

Serra já tinha tentado o factóide da careca machucada Não teve "quorum"!

Saiu no Correio do Povo em 05/09/10


"Serra fere a cabeça durante campanha"

Naquele dia, em SP, o golpe não deu certo.

Os religiosos da capela se retiraram quando Serra entrou para supostamente rezar.

Tentou de novo no RJ.

Agora tinha bastante gente.

Confronto de militâncias.

Recebe um telefonema.

Subitamente fica com dor.

Pega um helicóptero. Vai fazer tomografia.

Para pobre tomografia é ficção médica, ilusão de ótica. É como esperar aquela revisão do INSS que demora 10 anos.

Só depois de muita fila de espera e algumas patadas.

Eleitor tradicional do PSDB diz que campanha de Serra é repulsiva

Tradicionais eleitores do PSDB começam a abandonar o barco da candidatura Serra em função dos rumos tomados pela campanha tucana.

Um exemplo disso é o texto publicado pelo jornalista Paulo Nogueira, ex-editor assistente da Veja e ex-diretor de redação da Exame, em seu blog Diário do Centro do Mundo. Vivendo atualmente em Londres, Paulo Nogueira qualifica a campanha de Serra de “repulsiva” e diz esperar que o ex-governador de São Paulo saia de cena para que os tucanos possam se renovar. Ele escreve:

NÃO SEI SE alguém se surpreendeu com as últimas pesquisas, que parecem consolidar a caminhada de Dilma rumo ao Palácio do Planalto.

Eu não.

A campanha de Serra é repulsiva, e acabou por afugentar do PSDB gente que, como eu, tradicionalmente opta pelo partido.

O episódio de ontem no Rio é apenas mais um de uma lista de pequenas trapaças de Serras. Ele é provavelmente a primeira pessoa no mundo a fazer tomografia por receber uma fita crepe na cabeça. O médico que o atendeu disse, constrangido, que o exame acusara o que todo mundo já sabia. Não havia problema nenhum.

Serra aproveitou para fazer fotos no hospital, em meio a extemporâneas e descabidas declarações de paz e amor hippie. “Não entendo política como violência”, disse ele. Serra entende política como uma forma de triturar todo mundo para chegar à presidência. O melhor quadro do PSDB para suceder FHC era Pedro Mallan, que foi sabotado de todas as formas por Serra.

Serra quer muito ser presidente. O problema é que os brasileiros não querem que ele seja.

(A íntegra do texto de Paulo Nogueira)
 
De http://rsurgente.opsblog.org/

Militante de Dilma é assassinado no AC

Quisera ele ser atingido por uma bolinha de papel.

16 dias para o Brasil saber quem será o próximo presidente e no Acre a disputa chegou no seu nível mais selvagem.

Na quinta, 14, Valdeci Ferreira Miranda, conhecido por Uru, matou com um tiro de espingarda, calibre 16, a Cláudio Pereira Martins, 28, num ramal denominado Puerto Alonso, na cidade de Porto Acre, berço da Revolução Acreana contra os bolivianos.

Segundo o Boletim de Ocorrência registrado na delegacia do município e testemunhos de pessoas que estavam no local do crime, a vítima teria colado um adesivo da candidata do PT, Dilma Rousseff, às costas de Valdeci, que foi em casa, pegou sua arma e retornou para o bar onde estava junto com outros para matar Cláudio com um tiro à queima-roupa. No B.O está escrito que Uru foi tomado ‘por uma ira’ incontrolável.

O assassino ainda não foi localizado pela polícia.

Repercussão

A notícia do assassinato de um eleitor por outro ganhou o Brasil e já é a mais acessada de oestadoacre.com no mês. E-mails e pedidos de informações adicionais sobre o fato chegam ao correio eletrônico do sítio desde o começo da noite.

------------------Sobre Porto Acre

Distancia da capital Rio Branco - 60 km
População: 15 mil habitantes
Prefeito atual: do PT
Sob o domínio da Bolívia era chamada Puerto Alonso,
Até 1993 fazia parte da cidade de Rio Branco, a capital. Depois virou município
Acesso: rodovia estadual AC-010

FONTE:

Serra atingido por bolinha de papel, foi fazer tomografia

Sem palavras para descrever o cúmulo.

Zé está aposentado para a política.

Após as eleições a oposição junta seus cacos e fecha para balanço. Não tem mais lideranças viáveis.

A oposição será lembrada por uma campanha baixa, infeliz marco da história da democracia brasileira.

Veja a bolinha de papel no exato momento em que atinge o candidato:

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Dizem que o bem nascido foi fazer uma tomografia.

Tem gente que espera meses na fila para conseguir fazer uma... pessoas com derrames, concussões, trabalhadores acidentados.
Seria cômico, não fosse trágico.

20 de out de 2010

Serra tenta o golpe do Rojas

O tucano se deslocou até o hospital num helicóptero. Após ser atendido no local, seguiu para o Maracanã para cumprir agenda de campanha.Ou seja, golpe publicitário. Puro merchandising. Quem não tem votos conta história.


http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/10/20/serra-tenta-o-golpe-do-rojas/

Nota do blog: tem muita gente que fica horas no atendimento do SUS com picadas de aranha, escorpião, fraturas expostas, mas o Mr Serra, vai de helicoptero tratar de alergia. Para calvície recomenda-se finasterida.

Polícia Federal diz que Folha mentiu ao inventar conclusões que a investigação não chegou

A Polícia Federal emitiu nota nesta quarta-feira desmentindo o jornal Folha de São Paulo.

A Folha inventou a manchete mentirosa: "Polícia Federal liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma".

A resposta da Polícia Federal foi clara: "refuta qualquer tentativa de utilização de seu trabalho para fins eleitoreiros com distorção de fatos ou atribuindo a esta instituição conclusões que não correspondam aos dados da investigação".

A manchete da Folha serve à rede de difamação e calúnias da campanha de José Serra, que usa a internet, o telemarketing, e a imprensa demo-tucana , e foi estampada como um anúncio para ser usada no horário eleitoral na TV do tucano.

Clique e veja a íntegra da nota da PF:



http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2010/10/policia-federal-diz-que-folha-mentiu-ao.html

Quem odeia o Serra ?Quebra de sigilo tem as digitais, as penas e até o bico de tucanos

E vamos nós falar do Amaury, de novo. Primeiro. Vamos analisar a mudança da Folha. No jornal imprenso manchete é"PF liga quebra de sigilo à pré-campanha de Dilma" Depois, mudou para; "Jornalista admite que encomendou dados fiscais de tucanos" E agora está em:"Amaury Ribeiro Jr. afirmou que agiu para "proteger" Aécio Neves em disputa com Serra."Para ajudar o patrocinador Serra, a Folha não se envergonha de mentir em manchetes que são desmentidas pelo próprio texto da matéria.

O Destaque deveria ser:"Amaury Ribeiro Jr. afirmou que agiu para "proteger" Aécio Neves em disputa com Serra".

Acabei de saber que, a Folha sabia o tempo todo do depoimento do jornalista, mas não publicou. Engavetou.. Somente hoje, o jornal está soltando em conta gotas a história.Nem a Folha de São Pualo e nem a grande mídia em geral vão poder tapar o sol com a peneira.O vínculo de Amaury com o Estado de Minas e deste com o aecismo é evidente; atribuir a quebra de sigilo ao PT é uma armação insustentável. Se o próprio Amaury ou a PF não vierem a público desmentir essa armação, isso transbordará a partir da blogosfera e da própria campanha da Dilma.

Primeiro a Folha mancheteou para que o candidato José Serra usasse no seu programa eleitoral.Agora, a Folha publicada meias verdade, para o Serra usar em entrevista.

Porque a Folha não deu destaque ao fato de Amaury estar trabalhando para o jornal Estado de Minas quando aconteceu o pedido da quebra de sigilo?

Porque não disseram que havia briga dentro do PSDB entre Aécio e Serra pela vaga de candidato à presidência?

Por que a Folha não disse que foi o jornal "Estado de Minas" que solicitou e pagou pelos dados sigilosos?

Porque a imprensa protegem Aecio?

Para proteger Serra?

A imprensa deveria dar destaque à verdade!

Mas não é isso que vemos. Na matéria tedenciosa da Folha, diz que o jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT). A Folha mente. Até outro dia, o jornal dizia que Amaury fazia parte da campaha. A partir do momento em que a candidata Dilma disse que em 2009 não tinha se quer campanha, o jornal também mudou o discurso. Impressionante a manipulação da notícia para que se ressalte um ou outro aspecto.

Fica claro que a manchete maior, em uma situação normal seria o "fogo amigo" entre os partidarios de Aécio e Serra.

Mas o que se busca é ligar de qualquer maneira a quebra de sigilo à campanha de Dilma, chegando ao cumulo de "esclarecer" tratar-se da pré-campanha, para que não haja direito de resposta.

Ufa....haja liberdade de imprensa para suportar a manipulação da Folha

Amaury confirmou em depoimento à Polícia Federal que encomendou dados de dirigentes tucanos e familiares de José Serra (PSDB)

 

Essas informações, obtidas ilegalmente em agências da Receita Federal em São Paulo, foram parar em um dossiê que, no começo do ano, circulou no comitê dilmista.Isso quem diz é a Folha e não o jornalista

O repórter disse que iniciou seu trabalho de investigação quando era funcionário do jornal "Estado de Minas", para "proteger" o ex-governador tucano Aécio Neves --que à época disputava internamente no PSDB a candidatura à Presidência.(conforme eu afirmei neste post publicado pela manhã)

Amaury não admitiu que pagou pelos dados nem que pediu a quebra de sigilo fiscal dos tucanos. O despachante Dirceu Rodrigues Garcia, porém, declarou à PF que o jornalista desembolsou R$ 12 mil em dinheiro vivo e que entregou a ele as informações protegidas por lei.

Amaury afirmou que iniciou a apuração após ter tomado conhecimento de que uma equipe de inteligência liderada pelo deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ligado a Serra, estaria reunindo munição contra Aécio.

Vamos falar assim...

Como disse Nassif; A conclusão final do inquérito foi a de que Amaury trabalhou o dossiê aserviço do jornal Estado de Minas e do governador Aécio Neves. A advogada de Eduardo Jorge, conferindo seu conteúdo explosivo, montou um antídoto. Vazou as informações para a Folha de São Pualo, dando ênfase ao acessório - a aproximação posterior de Amaury com a pré-campanha de Dilma - para diluir o essencial - o fato de que o dossiê foi fogo amigo no PSDB.

E mais
Uma coisa está passando despercebida: O jornal Estado de Minas, onde Amaury Ribeiro Jr trabalhava à época da quebra de sigilo, pertence ao Grupo Associados, e o ex-governador e atual senador Aécio Neves tem participação societária neste Grupo, conforme consta de sua declaração de bens arquivada no TSE, por ocasião do lançamento de sua candidatura. Logo, acredito eu, Amaury não fez nada por conta própria e, sim, a mando de alguém. Este alguém é que precisa ser revelado...



Ataque de robôs telefônicos é mais um crime eleitoral

"Crime" é figura de linguagem no Brasil. Obviamente ninguém será punido.

Ataques de robôs: duplo crime eleitoral

Desde segunda-feira, robôs telefonam para a residência de eleitores no Nordeste, Sul e Rio de Janeiro atacando Dilma Rousseff. Uma voz feminina, sem se identificar, despeja a baixaria contra a candidata petista à Presidência.


Pelas denúncias de O Recôncavo e de leitores do Viomundo, os ataques partem de dois telefones: 0 48 3216-0401 (Grande Florianópolis) e 011 3511-1700 (São Paulo, capital). Esses números, porém, não recebem chamadas. A informação é de que não existem.

Conversei com o advogado Hélio Teixeira, especialista em Direito Eleitoral Ele coordena os cursos sobre o tema, da Sociedade Brasileira de Direito Público.


Viomundo — O que estabelece a legislação sobre os serviços de telemarketing nas eleições? Podem ligar para a casa de eleitores sem autorização?

Hélio Teixeira – A lei permite o uso dos serviços de telemarketing, robôs, telefonemas pelas campanhas e/ou candidatos. Isso é legítimo. Mas duas condições são necessárias. É indispensável a pronta identificação. E quem liga pode fazer até fazer críticas duras, mas não pode desandar para difamação calúnia, injúria, mentira.


Viomundo — Mas os ataques são anônimos e ofensivos à candidata Dilma Rousseff?
Hélio Teixeira – Nesse caso, seriam dois crimes eleitorais. Cabe denúncia ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) . Caso o TSE julgue procedente, emitirá uma ordem para rastreamento e identificação dos responsáveis. Poderá pedirá ajuda da Polícia Federal.


Viomundo — O que é necessário para instaurar a ação?
Hélio Teixeira -- Se tiver gravação do telefonema, excelente. Se não tiver, não há problema. Basta o testemunho de algumas pessoas, contando o que aconteceu, para a denúncia ao TSE.


Viomundo — Quem pode fazer a denúncia?
Hélio Teixeira – Os legitimados para propor ação ao TSE são a própria candidata Dilma Rousseff, por meio da coordenação de sua campanha, e o seu partido, o PT.


Viomundo — Quais as penas?
Hélio Teixeira – Multas e outras penalizações previstas na lei eleitoral. Vai depender inclusive de onde partiu a ligação. Mas é muito difícil fazer conexão com o adversário, pois os números das centrais telefônicas não são obviamente vinculados ao partido ou à campanha.

19 de out de 2010

Serra não se compromete a combater trabalho escravo

Postura preocupa Comissão Pastoral da Terra, que teme o fortalecimento da corrente que nega a existência da situação, mesmo com mais de 30 mil libertações no governo Lula

Rede Brasil Atual

São Paulo – O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, ainda não assinou a Carta-compromisso contra o Trabalho Escravo. O documento foi lançado pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) e visa a que os futuros governantes assumam um compromisso com a questão.

A adversária Dilma Rousseff (PT) firmou a carta já no primeiro turno, comprometendo-se, por exemplo, a empenhar-se na efetiva implementação do 2º Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo. Além disso, o político que assume o compromisso afirma renunciar ao mandato caso seja flagrado trabalho degradante em alguma terra de sua propriedade e exonerar imediatamente qualquer servidor envolvido com problemas do gênero.

O silêncio de Serra aumenta ainda mais a preocupação das entidades que lutam contra este mal. A escravidão moderna foi reconhecida pelo Brasil em 1995 e, desde então, vêm sendo aprimorados os instrumentos de combate. Dos 37 mil trabalhadores resgatados neste período, pouco mais de 30 mil o foram de 2003 em diante.

O arco de alianças do candidato tucano, por si, já gerava preocupação entre as entidades que lutam pelo respeito da dignidade humana. O aliado histórico do PSDB é o DEM, que abriga boa parte do empresariado rural que, até hoje, nega a existência do trabalho escravo. Para alguns integrantes da sigla, as fiscalizações se apegam a detalhes para efetuar prisões. A maior porta-voz desta bancada, a senadora Kátia Abreu, chegou a ser fortemente cotada como vice na chapa de Serra.

Frei Xavier Plassat, coordenador da campanha contra o trabalho escravo da Comissão Pastoral da Terra (CPT), lamenta que o tucano não tenha assinado o compromisso e vislumbra uma situação difícil em um eventual governo PSDB-DEM: “Vai ser complicado demais. Vai voltar a atitude de negacionismo, fingir que não é, o que é típico do discurso da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, comandada pela senadora). Teremos de entrar em resistência e usar todos os instrumentos disponíveis, inclusive os instrumentos internacionais.” O Brasil é signatário de convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre trabalho escravo, podendo ser submetido ao sistema internacional de justiça caso descumpra as medidas.

Futuros avanços
A CPT reconhece os avanços obtidos nos últimos oito anos, em especial no trabalho de fiscalização do trabalho escravo. Mas, como muitas outras entidades, entende que falta trabalhar melhor a questão da prevenção, evitando a existência de grupos vulneráveis a cair nas mãos dos “gatos”, os aliciadores de mão de obra escrava.

Há casos em que uma pessoa, após resgatada, acaba se entregando novamente aos “gatos” por não ter perspectiva de encontrar um trabalho melhor. A avaliação é de que a situação só muda com o aprofundamento da reforma agrária, vista como ponto frágil do governo Lula no que diz respeito ao setor rural. “A gente continua vendo um processo de precarização de populações rurais que leva a um êxodo acentuado, a uma migração de risco. Não podemos nos satisfazer com isso. A questão não é só de linha de financiamento, mas de desenvolver um setor produtivo que satisfaça as condições do país”, comenta Plassat, que entende que o Brasil já teria erradicado o trabalho escravo com uma efetiva reforma agrária.

“Se for confirmada Dilma como presidente, teria condições de restaurar essa prioridade com várias ações transversais de governo. Fortalecer o que está dando certo, como a Lista Suja, que precisa ser confirmada e transformada em lei para não ser novamente questionada”, afirma. A Lista Suja foi criada em 2004 pelo Ministério do Trabalho como forma de combater os empresários que utilizam trabalho escravo. Aqueles que são incluídos na relação, além de sofrerem um enorme constrangimento, perdem acesso a linhas de financiamento.


PEC 438
Outra expectativa daqueles que lutam por justiça no campo é aprovar, no começo da próxima legislatura do Congresso, a Proposta de Emenda à Constituição 438, que prevê a imediata expropriação, para fins de reforma agrária, da terra na qual seja flagrado trabalho escravo. A PEC chegou a ser aprovada no Senado e em 1º turno na Câmara no início do governo Lula, mas desde 2004 aguarda pela segunda votação entre os deputados.

A resistência, à época e nos anos seguintes, foi comandada exatamente por Kátia Abreu, que entende que a medida traz insegurança para o agronegócio. A senadora avalia que os produtores poderiam ficar “reféns” de agentes de fiscalização que cometem abusos.

“Enquanto este setor da CNA mantiver uma postura de espalhar a dúvida sobre o caráter central e necessário dessa luta, ao mesmo tempo que seus aliados políticos espalham a dúvida no que diz respeito aos direitos humanos, temos uma preocupação ainda maior. É só ver como os direitos humanos são combatidos durante esta campanha eleitoral”, lamenta Frei Xavier.

A assessoria do candidato do PSDB à presidência foi procurada e não respondeu até às 12h25 desta terça-feira.

Paulo Preto com dinheiro nas meias ao ser preso

Celso Russomano diz que Paulo Preto, ao ser preso, tinha dinheiro nas meias
 
Ele afirma ter estado presente no momento da prisão do ex-assessor de Serra
 
ABCD MAIOR tem acesso a BO
 
Júlio Gardesani, no ABCD Maior
 
Quase quatro meses após a prisão em flagrante do ex-assessor do candidato José Serra (PSDB), Paulo Viera de Souza, conhecido como Paulo Preto, o BO (Boletim de Ocorrência) da ação da Polícia Militar na prisão do ex-diretor do Dersa com uma jóia roubada foi obtido pelo ABCD MAIOR. Com Paulo Preto, além da jóia, a revista policial encontrou mais de R$ 11 mil. O ex-assessor de Serra foi preso no dia 12 de junho deste ano, na joalheria Gucci, dentro do shopping Iguatemi.
 
 
Preso, Paulo Preto foi encaminhado ao 15° DP, no Itaim Bibi. Testemunha ocasional da prisão, Celso Russomano (PP), então pré-candidato ao governo do Estado de São Paulo, garante que Paulo Preta “portava dinheiro nas meias”.
 
 
“Eu vi a prisão. Vi que a delegada estava sofrendo pressão para não mantê-lo preso. Parte do dinheiro apreendido com Paulo Preto estava em suas meias e no casaco, me apontaram os policiais”. O progressista afirma que encontrou Paulo Preto no DP por acaso.
 
“Pelo destino, acabei conduzindo um segurança particular de um condomínio que estava determinando quem podia e não podia estacionar em um espaço público. Quando cheguei ao 15° DP acompanhei a prisão de Paulo Preto”, relembra.
 
A reportagem procurou o advogado de Paulo Preto, José Luiz de Oliveira Lima, para explicar a prisão e a apreensão do dinheiro com o ex-diretor do Dersa. “Já falei tudo sobre isso”, se limitou a dizer Lima.
 
 
Jóia
 
De acordo com o relatado pelo BO assinado pela delegada Nilze Baptista Scapulatiello, Paulo Preto alegou no momento da prisão que teria comprado o bracelete do comerciante Musab Asmi Fatayer – que também foi preso em flagrante – por R$ 20 mil. Musab, por sua vez, afirmou que comprou a jóia de “um desconhecido em seu escritório”. O bracelete incrustado de brilhantes havia sido roubado um mês antes da mesma joalheria onde Paulo Preto recebeu voz de prisão pela prática de receptação.
 
Caso
 
Paulo Preto entrou em cena na campanha após a candidata Dilma Rousseff (PT) citar matéria da revista IstoÉ no debate da Band. Ex-diretor de Engenharia do Dersa, Paulo Preto foi apontado pela revista na primeira semana de agosto como responsável pelo sumiço de R$ 4 milhões da campanha do candidato tucano. O dinheiro teria vindo do pagamento de caixa-dois das empreiteiras que construíram o trecho Sul do Rodoanel, que corta o ABCD.
 
“Parece mesmo que ele sumiu. Desapareceu. Me falaram que ele foi para a Europa. Vi esse cara na inauguração do Rodoanel”, afirmou José Aníbal, ex-líder do PSDB na Câmara dos Deputados, à revista.

 
http://www.viomundo.com.br/politica/celso-russomano-diz-que-paulo-preto-ao-ser-preso-tinha-dinheiro-nas-meias.html

Leia também
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Padre dá "no meio" de Serra, ao vivo, em Canindé (CE)

Não vai sair na Veja nem no JN.

Acessado primeiro no VIOMUNDO.

Leia também

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Joias roubadas na casa de tucano

Joias roubadas com tucanos? De novo? Será que Serra o conhece? Seria um factóide da polícia?
Leia também sobre Paulo Preto preso com joias
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Polícia apreende joias em residências de vereador do PSDB
MG: polícia apreende R$ 500 mil em joias; vereador do PSDB é suspeito

A Polícia Civil de Minas Gerais apresentou nesta segunda-feira o resultado de uma investigação de cinco meses sobre receptação de joias no Estado.

Foram apreendidos R$ 500 mil em mercadorias que seriam provenientes de furtos e roubos em Belo Horizonte. Um vereador de Vespasiano, na região metropolitana, é suspeito de envolvimento no caso. As informações são do MGTV.

Segundo a Polícia Civil, anéis, relógios, cordões de ouro, gargantilhas em brilhantes e pedras preciosas foram encontradas pelos policiais em duas residências de André Luciano Vieira da Costa (PSDB) e ainda em um escritório dele na rua Tupinambás, no centro da capital.

No entanto, o político não foi encontrado pela polícia.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4741647-EI5030,00-MG+policia+apreende+R+mil+em+joias+vereador+e+suspeito.html

18 de out de 2010

Para senador do DEM, negros são os culpados pela escravidão


Segundo Demostenes, relações sexuais entre
escravas e senhores eram consentidas!
Durante audiência no Supremo Tribunal Federal para discutir o sistema de cotas em universidades públicas, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) usou da palavra para destilar todo o seu profundo conhecimento sobre a história do Brasil.

Quem ouviu seu discurso saiu com a impressão de que os africanos eram os principais responsáveis pelo tráfico transatlântico de escravos. Que escravas negras não foram violentadas pelos patrões brancos, afinal de contas “isso se deu de forma muito mais consensual” e “levou o Brasil a ter hoje essa magnífica configuração social” de hoje. Que no dia seguinte à sua libertação, os escravos “eram cidadão como outro qualquer, com todos os direitos políticos e o mesmo grau de elegibilidade” – mesmo sem nenhuma política de inserção aplicada. Com isso, o nobre senador deu a entender que os negros foram os reais culpados pela escravidão no Brasil. As frases foram registradas pelos jornalistas Laura Capriglione e Lucas Ferraz, da Folha de S. Paulo.


A posição do senador é compreensível, se considerarmos que o discurso feito não foi um ataque à reserva de vagas para negros e afrodescendentes e sim uma defesa da elite política e econômica que controlou a escravidão no país e que, com algumas mudanças e adaptações, desembocou em setores do seu próprio partido.

Um comentário sobre o direito dos libertados exposto pelo senador: Em meados do século 19, com o fim do tráfico transatlântico de escravos, a propriedade legal sob seres humanos estava com os dias contados. Em questão de anos, centenas de milhares de pessoas estariam livres para ocupar terras virgens – que o país tinha de sobra – e produzir para si próprios em um sistema possivelmente de campesinato. Quem trabalharia para as fazendas? Como garantir mão-de-obra após a abolição?

Caiado, Serra, Perilo e Demóstenes, todos brancos
em um partido sem negros eleitos
Vislumbrando que, mantida a estrutura fundiária do país, o final da escravidão poderia representar um colapso dos grandes produtores rurais, o governo brasileiro criou meios para garantir que poucos mantivessem acesso aos meios de produção. A Lei de Terras foi aprovada poucas semanas após a extinção do tráfico de escravos, em 1850, e criou mecanismos para a regularização fundiária. As terras devolutas passaram para as mãos do Estado, que passaria a vendê-las e não doá-las como era feito até então.

O custo da terra começou a existir, mas não era significativo para os então fazendeiros, que dispunham de recursos para a ampliação de seus domínios. Porém, era o suficiente para deixar ex-escravos e pobres de fora do processo legal. Ou seja, mantinha a força de trabalho à disposição do serviço de quem tinha dinheiro e poder.



Grilhões: quem mandou nascer negro?

Com o trabalho cativo, a terra poderia estar à disposição para livre ocupação. Porém, com o trabalho livre, o acesso à terra precisava ser restringido. A existência de terras livres garante produtores independentes e dificulta a centralização do capital e da produção baseada na exploração do trabalho. Com o fim do tráfico e o livre mercado de trabalho despontando no horizonte, o governo brasileiro foi obrigado a tomar medidas para impedir o acesso à terra, mantendo a mão-de-obra reprimida e alijada de seus meios de produção.
O fim da escravidão não representou a melhoria na qualidade de vida de muitos trabalhadores, uma vez que o desenvolvimento de um número considerável de empreendimentos continuou a se alimentar de formas de exploração semelhantes ao período da escravidão como forma de possibilitar uma margem de lucro maior ao empreendimento ou mesmo lhe dar competitividade para a concorrência no mercado. Desde 1995, mais de 36 mil escravos contemporâneos foram libertados pelo governo de fazendas de gado, soja, cana…


Para além dos efeitos da Lei Áurea, que completa 122 anos em maio, trabalhadores rurais ainda vivem sob a ameaça do cativeiro. Mudaram-se os rótulos, ficaram as garrafas.


Mas, principalmente, o Brasil não foi capaz de garantir que os libertos fossem tratados com o respeito que seres humanos e cidadãos mereciam, no campo ou na cidade. Herança maldita presente na sociedade. E alimentada por discursos como o de Demóstenes Torres.

http://www.substantivoplural.com.br/para-senador-negros-sao-os-culpados-pela-escravidao/


http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u702198.shtml

O blog dá um tempo, vai a banheiro vomitar, e já volta.